Amo-te no meu silêncio e na minha aparente solidão, a qual entras sem pedir licença, pois o espaço é teu...
Amo-te por inteiro, com tudo o que és e o que não és...
E descobri que estava perdida de amor quando, apoiada em teu peito, não senti desconforto ao ouvir teu sono barulhento... Atentei-me mais as batidas de seu coração que estavam sob meus ouvidos... E foi a mais linda canção que ouvi...
Amo-te devotamente! Por quê?
Porque vejo em ti a humanidade que procuro em mim e sei que ao teu lado posso crescer mais...
Amo-te e te deixo livre... Pois me enamorei por uma águia e o preço que tenho de pagar é ver-te em teus voos ousados e altos...
Mas a melhor recompensa é saber que, em teu cansaço do agitar dos dias e dos voos irados, virás até mim, pousando docemente em minhas mãos... Para o refúgio dos amantes!
Amo-te assim, do meu jeito... Ora desligada, ora explosiva, ora tão terna, ora aquecida, ora metódica, ora poeta, ora louca, ora santa, ora Frida, ora militante, ora "de boa"...
Amo-te porque me acolhes assim inteira, com tudo o que sou e o que não sou...
E volto ao meu silêncio e a minha aparente solidão, amando-te.
Amo-te por inteiro, com tudo o que és e o que não és...
E descobri que estava perdida de amor quando, apoiada em teu peito, não senti desconforto ao ouvir teu sono barulhento... Atentei-me mais as batidas de seu coração que estavam sob meus ouvidos... E foi a mais linda canção que ouvi...
Amo-te devotamente! Por quê?
Porque vejo em ti a humanidade que procuro em mim e sei que ao teu lado posso crescer mais...
Amo-te e te deixo livre... Pois me enamorei por uma águia e o preço que tenho de pagar é ver-te em teus voos ousados e altos...
Mas a melhor recompensa é saber que, em teu cansaço do agitar dos dias e dos voos irados, virás até mim, pousando docemente em minhas mãos... Para o refúgio dos amantes!
Amo-te assim, do meu jeito... Ora desligada, ora explosiva, ora tão terna, ora aquecida, ora metódica, ora poeta, ora louca, ora santa, ora Frida, ora militante, ora "de boa"...
Amo-te porque me acolhes assim inteira, com tudo o que sou e o que não sou...
E volto ao meu silêncio e a minha aparente solidão, amando-te.



















