| Foto: Eu que fiz! |
E o que resta de toda a vida?
Resta o que foi partilhado na gratuidade, na convivência sincera, sem máscaras, sendo simplesmente nós...
Restam as lembranças dos dias bons que marcaram o coração...
Resta o amor de mãe, desfolhado dia-a-dia na sua entrega mística, tão natural e tão humana...
Resta a certeza do reencontro, de dizer para si e para o outro que parte: se aqui foi bom, da próxima vez vai ser bem melhor...
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